Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Hortelã Pimenta

Hortelã Pimenta

10
Ago18

Devaneios de Verão - Sol


Constança

Sabe-me bem o  quentinho do sol nas costas. Dá-me sono e faz-me viajar.

Hoje quando sair da praia vou comprar material de aguarela, vou pintar a minha viagem da próxima semana. Vou tirar fotos, mas algumas coisas vou só pintar. É tal experiência de pintar e desenhar em vez de tirar fotografias. 

😉

08
Ago18

Férias


Constança

Depois de um ano da treta em que tanto ansiei por uns dias de férias... hei-los! Uma treta! Estou farta das férias, sou uma insatisfeita. Tornei-me uma insatisfeita.

09
Abr18

Amadeo Modigliani


Constança

Não sou pintora mas gostava de ter sido. Pinto por desporto, de forma amadora mas com paixão. Na verdade, uma paixão inexplicável... não sei de onde vem. 

Talvêz por isso, uma das coisas que mais adoro e onde me perco, é no tempo que levo a ler biografias de artistas (mais e menos conhecidos), ver filmes e documentários sobre eles e ser uma adoradora da boémia Paris do fim do século XIX, princípio do século XX.

Embora todos considerem os artistas uns loucos, eu por mim, considero que não podemos responder ao apelo da criatividade sem nos libertarmos das amarras da vida banal e quotidiana de empregado de escritório, ou qualquer coisa que o valha. Por isso, estes autênticos criadores, visionários de um mundo que não está acessecivel  aos olhos de qualquer um, costumam ser considerados doidos varridos, bebados, drogados e sei lá mais o quê.

Um dos artistas sobre quem, ultimamente, me debrucei foi Modigliani. Não consigo deixar de sentir uma impressão de ressaca quando leio sobre ele, mas tinha um certo romantismo este homem.

Muito bebado, entre outras coisas, Amadeo tinha um dom para o simbolismo.

Diz-se que os olhos são o espelho da alma, a qual buscava incessantemente nos seus modelos, e, enquanto não a conhecia, não lhes pintava os olhos. Emocionava-se com a beleza e as senhoras emocinavam-se com ele. Não foi por acaso que os seus nús (além dos retratos) foram dos quadros mais populares do século XX. Imagino que não lhe seria difícil encontrar modelos. Quem não gostava muito disso era a polícia, que entrava pelas exposições a ordenar que retirassem os quadros "impróprios" das montras.

Na busca pela alma, encontrou a de Janne Hébuterne e roubou-lha. A rapariga viveu o resto dos seus dias enfeitiçada pelo italiano. Deixou uma filha para ir ao encontro do seu amor, e suicidou-se (grávida de outra criança) no dia seguinte à morte de Modi para ir novamente ao encontro deste. 

Do meio de "Modi" faziam parte outros mitos, tais como Picasso, Urtrillo, Diego Rivera, e o grande, mas mesmo grande Amadeo de Souza Cardoso. Conheceu Renoir. 

Viveu rápida e intensamente, como se soubesse que uma tuberculose mal curada voltaria em força para o levar com 35 anos.

Profundo, misterioso, visionário, e incompreendido.

Amadeo Modigliani: 1884 - 1920

Resultado de imagem para modigliani obras

O Grande Nu, óleo sobre tela, 73×116 cm, 1917 - Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, EUA

 

20
Fev18

O cume do Pico


Constança

20180217_135209.jpg

 E eis que, em pleno voo, aflita por não conseguir ligar o telemóvel para tirar a foto da prache à Ilha do Pico, com a nuvem à volta (aquela que toda a gente tira, tipo postal)... consigo fotografar o cume, a cratera, o topo da ilha!

Tenho de editar isto, nao imaginava que ia tirar esta foto. Não é costume o avião passar tão perto, mas desta vez o vento estava a meu favor (tirando os riscos na janela do aviao). 😉

18
Fev18

A minha viagem à Ilha das Flores com caminhadas boas para os adeptos de fitness (o que não é o meu caso)😰


Constança

Começo por falar logo do que de mais bonito vi nesta ilha - o Poço da Ribeira do Ferreiro, Alagoinha, na Fajã Grande.


Com um nome, para mim, nada apelativo, fez-me subir, subir, subir pela imensa floresta, até a água me escorrer pelo corpo (apesar da frescura típica da ilha em Fevereiro), para logo de seguida descer ainda mais, como se estivesse a caminhar para uma outra qualquer dimensão. E foi então que me deixei deslumbrar por uma paisagem de um verde luxuriante e quedas de água a cair de enxurrada sobre uma lagoa, digna de qualquer filme de Hollywood, do tempo dos piratas e dos descobrimentos.

Deixo aqui um "cheirinho" do pobre registo fotográfico que realizei. Digo pobre, porque nenhuma fotografia consegue ultrapassar a realidade do que vi. Além disso, quando ali me sentei num velho tronco de árvore, tornou-se enfadonho pegar no telemóvel para tirar fotos. Só tive vontade de vêr e respirar o mais fundo possível. Uma espécie de limpeza energética... estranho, mas foi isso mesmo.

Foi o mais belo recanto que descobri, se bem que é difícil fazer escolhas quanto à beleza de toda a ilha.

1518996001513.jpg

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D